sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Relatos de um... de um... de um... eita, olha que orc feio!!!

Bem o que dizer. Fui encontrado por um elfo do lado de fora da cidade com meu arco quebrado, sem saber POR QUE eu estava lá! Estou um pouco confuso... eita uma borboleta, será que acerto com o arco? Eita não consigo usar o arco, por que??? Essa cordinha não era para estar presa?? pera deixa eu tentar (lambe, lambe...) spaft, spaft!!! Cara essa cordinha doí!!! Aha!!! Consegui!!! Ei vem cá foge não (vupt, vupt - flechadas)! Puxa ela fugiu.... hã, quem tá falando comigo? Quem é tu? Hã um clerigo de Yollanda? Te conheço? (acho que esse cara bebeu....) Eita uma mosca, será que eu acerto ela com o arco? vupt, vupt (mais flechadas!).

Puxa minhas flechas acabaram... Ah! Mas tem um hobbit (que mania!), ops halfling grande, meio afeminado que tem um arco e flechas, acho que vou pegar dele...

Ei, o halfing grande e afeminado (cara legal, me emprestou o arco e flechas, mas acho que ele nem poercebeu...) tá indo onde??? Vou atras dele...

Eita outra borboleta, mas tou sem flechas, vou pegar mais com o o halfing grande e afeminado.

Ei grandão tá falando o que com ele?! Deixa o cara entrar pô! Toma pedrada na cabeça!!!! Ei não bate nele não! Ele é um o halfing grande e afeminado, mas é legal! Toma mais pedrada!!!! Eita caiu! Puxa o tio derrubou um porrete legal será que dá p/ usar??? (sentado no batente balançando as pernas e brincando com o porrete atroz)....

Puxa o o halfing grande e afeminado tá demorando, acho que vou voltar, perá mais voltar p/ onde? Moço, moço, como faço para chegar numa casa grande branca e cheia de estatuas??

Após muitas perguntas e um longo passeio na cidade, chega na casa...

Hum, como eu não moro aqui??? Ei tio não empurra não, olha o porrete! Ei na cabeça doi! Ei bate em mim não tio....

Hum... gente correndo??? Comida de graça! Oba vou p/ lá!!! Eita olha o o halfing grande e afeminado!!!! Ué lá tb tá o tal do cara que disse que me conhece!! Ei oi konan, oi Meriadoc!!!

Saí halfing grande e afeminado o porrete é meu! Toc! Toma no na cara! Tá vendo eu disse que não era p/ mexer... E deixa que o porrete é meu... ahhhhh (sono)....

Hã? Ir na Prisão? Agora? Mas eu tinha que ir na casa do Lord Bilbo... mas perá, p/ que eu ia lá mesmo??? Ah tudo bem eu vou com voces!

Guardas: Ei parados aí!

oi, a gente só vai passear e talvez fazer um lanche (comendo uma ração de viagem...)...

Guardas: Tá tudo bem...

puxa será que podemos parar e comer? Hã, um mosquito? Não vagalume... não floresta... hã floresta!!!! (saca o arco e fica preparado) Floresta é mau, ruim... não vou não....

Eita legal, uma entrada na parede... mas o povo tá demorando para descer, deixa que eu vou... aaaahhhhh (tum!) Pô tá escuro... Hum?! que barulho é esse??? Vou me esconder....

TUM! POW! TOC! BRUM, BRUM, PLOFT, BLOWN.... Que foi isso?! Aí minha cabeça! hã uma pedra?! Eita uma tocha... Que porcaria é essa aí na frente?! Ela tá comendo o cara de Yolanda e o Meriadoc!!! Solta Solta!!! Hã fogo? Blz flecha incendiaria nele, hã atá eu espero tirar eles primeiro.... E ai agora posso? Vupt (flecha)! Ah que legal então agora por que estamos presos com uma bola de fogo gigante que vem em nossas direções... hã bola de fogo vindo na MINHA direção??? Cadê aquele buraco, cadê?!?!?!

"Lá e de novo outra vez..."

Estamos nós aqui novamente começando mais um novo personagem do infindável 1° nivel...

Bem, dessa vez essa é a história de um hobbit, ops isto é halfling, pelo ponto de vista dele sobre uma aventura estranha num país tendendo ao nazismo, porém ainda de forma mascarada. Seu nome é MALAK TORIN, função: guaarda pessoal do Lord Bilbo.

Após 5 longas horas de viagem (aqui uma pausa para explicar que a demora foi em tempo real esperando o mestre chegar - não deu para deixar passar Lucas :P), chegamos a uma cidade de nome desconhecido, onde nosso empregador iria receber suas terras e no momento de falar com o prefeito da mesma, era perceptivo que o mesmo não estava bem do juízo, olhando para o nada, falando para o nada. Uma sra. se aproximou e falou algo com o Lorde Bilbo, algo que acreditei serem sobre o feudo e outras coias mais, que não parei para prestar atenção. Logo ao sair em direção a nova casa do senhorio, percebemos ao longe o barraco que era, mas tiha um teto ao menos.

Ao chegarmos no local o Sr. Bilbo resolveu revelar que a sra. que o abordou era na verdade a mulher do prefeito e que ela pediu para que ele procurasse saber se o povo já estava sabendo da loucura do prefeito. Como ele é meu empregador e prometeu um extra por isso, resolvemos eu, Konan, o "meio-barbaro" halfling e nosso mago também halfling formamos uma sociedade - ops de novo, desculpe - um grupo de ação para revolver o caso.

Eu optei por nos separamos e enquanto meus amigos hobbits, ah halfings desculpe novamente, foram obter informações com o povo eu optei por ir a prefeitura ver o que sabiam.

Bem ao chegar lá, uma mulher muito simpática informou que o prefeito começou a agir entranho após um acontecimento na prisão da cidade - um antigo forte do lado de fora da cidade, que agora serve de prisão - em uma discussão do prefeito com o antigo carcereiro a alguns meses atrás foi o inicio de tudo. Assim com essa informação resolvi voltar para encontrar os outros, onde tive uma feliz surpresa...

Imaginando que o melhor lugar para se obter informações com o povo é em uma tarverna, resolvi ir em uma das mais movimentadas, imaginando encontrar meus amigos lá, curiosamente encontrei apemas o mago (que não lembro o nome) e me que o Konan, o "meio-barbaro" havia arranjado problemas com a milicia locar por nocautear uma criança (não sei por que ele adora uma confusão, aff...) e que por esse motivo tinham se separado e ele - konan - desaparecido. Não fio muito dificil de deduzir o que a conteceu...

Presumindo que nosso amigo Barbaro estava preso e como o carceceiro estava envolvido na história, optamos por ir logo na prisão. La chegando encontrei um gharda muito simpático (leia-se otário), chamado tonho que permitiu nossa entrada e ainda mostrou o lugar!

Aproveitando a "simpatia" dele, resolvi me aproveitar e puxando um pouco de conversa consegui convencer todos a uma partida amistosa (valendo 1 PO) de tiro-ao-alvo. Fiz uma jogada ruim na primeira para "impressionar" onde consegui que outro participasse. Infelismente perdi 1 PO, mas consegui o que queria: confiança. Com isso fui convidado a jantar (mesmo os guardas não gostando do meu amigo mago) de forma que consegui andaar livremente pela area externa do forte e obter algumas informações bem interessantes. Realmente é uma pena que pessoas boas tenham que passar por isso, mas se são igênuas o que fazer?

Após descobrir que uma parte do muro sul era diferente e meu amigo mago descobrir uma formação estranha, eu engabelei mais um guarda, eu só queria distraí-lo mas os deuses são sábios e estavem ao meu lado: não é que o arco dele (guarda) quebrou e ele levou uma paulada na cara que desmaiou! Isso serviu para que o mago conseguisse descobrir que a uma parte oca e uma pedra solta nesse muro. Claro que após essas informações eu fui correndo chamar os outros para que ajudassem o colega e não chamasse a atenção para nós.

Por fim, após conseguir uma ótima janta - de graça - ainda consegui mais informações sebre o forte, sobre a prisão e seus subniveis, sua proteção e estrutura, foi uma pena não conseguir contato com o carcereiro. Mas estava na hora de procurar o Konan, já que o forte é uma prisão apenas para os condenados e bondosamente um dos guardas me explicou que ele deveria estar na prisão pequena na cidade onde presos esperam julgamento.

Interessante notar que o povo local gosta de festas, pois ao ir para a cidade no caminho entre a mesma e o forte, percebi uma grande festa em uma fazenda, festa tal que se ouvia o grito das humanas fazendo não se sabe o quê, mas deveria estar muito divertido. Deu vontade de ir por lá, mas precisavamos encontra Konan, o "meio-barbaro", e reportar nossas informações (superficialmente claro) ao Lorde Bilbo. Vale lembrar que graças a festa vimos uma luz forte vindo de perto da fortaleza, e que vamos investigar pela manhã.

Chegamos na "delegacia" e qual surpresa a minha ao perceber o quão benevolente (trouxa) era o delegado. O convendi de que era testemunha do ocorrido com o Konan - sim ele realmente estava preso e conseguimos liberta-ló, mas qual não foi minha surpresa ao ver "tamanho" barbaro, abraçado com um velho bebado trocando caricias!!!! Bem, tá certo que ele não estava respondendo, mas com o velho em cima dele bem que ficou "incriminador". Também me surpreendi com o estrago que fizeram nele, não é muito comum ele ser ferido daquela forma, acredito que ele tenha sido cercado por muios guardas armados...

O mais interessante de tudo foi saber que o velho na realidade era alguem que procuravamos e que estava lá por que queria, e melhor ainda era saber o horário que ele sairia da prisão.

E para finalizar, lá fomos contar as "novas" para o Sr. Bilbo e claro não contamos tudo....

PS: tenho que me lembrar de chamar o mago e o barbaro para dar uma espiada na festa, o barulho das humanas tava interessante....

Uma visão cinza (1° parte)...

Fazem cerca de 35 dias desde que saí da minha terra. Pedi pela maior das punições para poder realizar uma busca importante, em busca do meu pai.
Meu nome: Eglath Elanithinho, Guerreiro Goliath. Saido das Terras Baixas para Amestris para Salvar meu pai e meu povo.

No Inicio da minha viagem encontrei logo no inicio um dos povos de "baixo", um Gnomo qu dizia ter influencia na milicia e que me ajudaria a encontrar meu pai. Gostei dele, muito preocupado em salvar uma velha que iria ser assassinada por um viajante estranho. Esse Gnomo é um pouco estranho, faz gestos de mais para poder usar magias, os magos da minha terra são mais discretos, mesmo assim me pareceu uma boa pessoa.
Encontrei nesse mesmo dia, um outro chamado Voronoi, me disseram que ele teria informações do meu pai, já que ele era um dos grandes da milicia de Amestris, mas ele ainda mantém mistério sobre a informação, acho que ainda não confia em mim apesar de ter salvado a vida dele 3 vezes...

As pessoas me substimam, acham que sou tolo, ajudei muitos sim, não apenas por que faz parte da minha indole, mas tambem por que tem informações sobre o meu pai.

Ajudei a impedir um pirata de matar um cavalo chifrudo, por que um velho num mosteiro cheio de crianças disse que sabia do meu pai.

Após fiquei muito preocupado com outras crianças do volarejo que haviam sido sequestradas por alguem, para uma casa proxima. Ao entrar lá achei inscrições estranhas, criaturas estranhas, lá achei um outro mago, que não em oferece muita confiaça, estava disfarçado de nobre, usando alguma magia ou alguma "muganga" do tipo.

Enfrentamos criaturas estranhas, parecidas com uma pessoa muito gorda de flacida, uma "lula-gato". Ao final 2 crianças foram arrastadas por uma grande porta brilhante por uma criatura, imediatamente fui atras dela e quando percebi estava em um lugar estranho com uma outra criatura mais estranha (vermelha, com pés de bode e chifres), sendo segurada por 2 grandes guardas com capacetes vermelhos. Bem após isso foi onde tudo começou por assim dizer.

Após prestar depoimento (não sei pq o escrivão gostou de mim) saimos para prpocurar um local para curar os muitos ferimentos que tinha, o problema foi o preço: 1 semana de trabalho de babá.

Mais uma vez passamos por uma grande porta brilhando, só que dessa vez indo para um lugar que parecia um grande campo verde. Encontramos um orfanato cuidado por uma mulher estranha chamada Dana, que nos mandou levar uma criança formiga para um lar. Teria dado tudo certo que um grupo de criuaturas metade humanas, metade bode não tivesse nos atacado e encantado metade do grupo, causando a quase morte do gnomo apunhalado pelas costas pelo mago suspeito e o voronoi que saiu correndo me fazendo ter que correr carregando os 2 magos para impedir que eles se matassem e que eu tivesse que matar 4 criaturas indefesas...

Por isso acabei tendo que enfrentar 4 criaturinhas com 1 cachorro, graças a um golpe de sorte delas acabei por perder meu martelo (tenho que falar com Brolin - o anão forjador para comprar outro...). Voltamos para o orfanato nos curamos e eu fui atras de vononoi, não consigo permitir a perda de um companheiro (ainda mais um que tem informações que me interessam).

Lá fui eu e o Gnomo (o mago humano infelizmente esqueci dele no chão após o combate com as criaturinhas) atras de voronoi, mas isso é assunto para uma proxima conversa mais tarde...

Goliaths em Amestris



Uma raça pouco conhecida, representando cerca de 0,4% das Terras Baixas os Goliaths viviam em paz até a caça proporcionada pelos humanos de Amestris. Tendo que se isolar ainda mais nas Terras Baixas eles ficaram quase desconhecidos até que recentemente uma patrulha de fronteiras avançou ainda mais para “verificar a integridade da fronteira”. Andando poucas horas viram uma trilha subindo uma pequena montanha, estranharam a forma da trilha e resolveram investigar. Foi quando viram os “Monstros de Pedra” ao longe e realizaram uma tentativa de “limpeza da área”. Como apenas o líder da vigília sobreviveu, resolveu-se montar um pelotão de elite para “limpar” a fronteira de forma definitiva. Foi realizado um ataque surpresa que dizimou a tribo dos Uthkak que pensaram que os humanos não voltariam após tamanha derrota. De uma criança sobrevivente que correu para a tribo mais próxima, os Aghatenks, ao chegar muito ferido contou o acontecido e informou que eles iriam entrar ainda mais a procura dos “monstros”.

Um clérigo famoso da tribo, Aukan Elanithino, ao saber do acontecido e sendo ele conhecido como um grande negociador, decidiu por seguir para o Interior de Amestris para negociar a paz entre os humanos e a raça. Soube-se que ele encontrou um destacamento de Amestris e que foi preso. Após saber desse acontecimento (recente) seu filho Eglath Elanithino StoneHammer (o nosso heroi), optou pelo maior sacrifício possível: o exílio.

Considerada a maior punição possível para sua tribo, Eglath optou pelo exílio para localizar o seu pai e impedir o futuro ataque a sua tribo. Com a aprovação do conselho da tribo ele partiu em sua missão, sem perspectivas de voltar e sem saber se será novamente aceito entre os seus.

Eis onde inicia a aventura desse nosso herói em viagem da fronteira das Terras Baixas para algum lugar em Amestris numa busca difícil e sem horizontes....

Manobra: Eu sou grosso sim, e daí?!

Uma manobra de "Westreling" para o Goliath.

Bem como estou pensando nela agora e não rascunhei nada, talvez volte por aqui para editar isso. Essa é uma pequena manobra que bolei (imaginei) que depende da aprovação do mestre para ser usada, e das condições de uso da mesma.

Manobra: 1 ação padrão completa
Dano: padrão 1d6+150% Bonus FOR (superficie fofa - areia -: 1d4+150% FOR; superficie dura - pedras: 1d8+150% FOR).
Criaturas: Essa manobra só pode ser realizada em craturas de tamanho Médio ou Inferior.
Pré-Requisitos: Criatura de Tamanho Grande (ou similar); FOR 19 ou maior;
OBS: essa manobra requer as 2mãos para ser realizada. Pode ser realizada com apenas 1 mão para oponente de tamanho Pequeno ou menores mas só será adicionado o dano de FOR normal.

Como funciona:

Realiza uma manobra de Agarrar completa (normalmente), até a ação de segurar. Em vez de realizar a ação de estrangulamento é realizado um teste de FOR utilizando o modificador de tamanho do oponente como bonus (isso seria referente ao volume do oponente) para elevar o oponete acima da cabeça em altura máx.

Ex. Goliath médio (conta como grande) contra uma criatura média de mod. de tamanho +0 teria +0 de modificador.

Esse mesmo Goliath versus uma criatura pequena teria +1 de bonus na manobra devido ao volume (tamanho) do oponente. Esse bonus só se aplica APÓS já ter agarrado o oponente. e assim sucessivamente.

A CD do teste de FOR é baseada no peso do oponente COM EQUIPAMENTO QUE ELE ESTIVER USANDO:

Se o oponente pesar até a Carga Leve CD10
Se o oponente pesar até a Carga Média CD 15
Se o oponente pesar até a Carga Pesada CD20
Se o oponente pesar até 2x a Carga Pesada Cd25
Acima disso é impossivel realizar a manobra.

Após feito isso, se obtiver sucesso em tudo o Goliath está pronto para atacar. A manobra consiste em bater com o oponente no chão segurando um membro dele ou alguma extremidade do corpo!

O Goliath realiza um ataque contra a CA de supresa do oponente (CA sem bonus de DEX) +4 pelo oponente estar "imobilizado", se tiver sucesso o ataque foi bem sucedido e o dano é rolado normalmente.

Logo após realizar o ataque ao fim da rodada deve ser realizado um outro teste de "segurar" do Goliath para ver se o oponete não "escorregou" das mãos dele com a "paulada". Penalidade a definir pelo mestre (pensei -1 a cada 3pnt de dano).

Se o Goliath obter sucesso e ainda continuar segurando ele realiza a manobra a partir do teste de levantar no seu novo turno. O oponente pode realizar testes para escapar normalmente como se estivesse tentando escapar de um agarrar normal.

Descrição do ataque:

o goliath tem sucesso no agarrar e levantar o oponente ele "roda" o oponente no ar segurando algum dos membros do oponente COM AS 2 MÃOS. Ao fazer isso ele bate o oponente no chão como se estivesse "martelando" o mesmo no chão SEM SOLTAR o membro do mesmo.

Como se fosse um Ogro batendo uma Clava no chão, só que a clava é algum oponente.

Esse ataque FUNCIONA contra mortos-vivos.

Uma Variação dessa manobra é utilizando o oponente como arma improvisada para bater em outros oponentes. Nesse caso após levantar o inimigo acima da cabeça (funcionaria como uma ação "Preparar"), em vez de "martelar" ele no chão é realizada uma jogada de ataque normal (penalidade de -4 devido a arma improvisada) contra um outro oponente. Em caso de sucesso o dano é causado nos 2 oponentes, sendo jogado o dano separado para cada 1 deles.


Bem essa foi uma descrição rápida, a qual está aberta para modificações.

Ah, sim! Caso alguem ache um nome mais legal para a manobra também seria interessante.

Aukan Elanithino, o pai do Héroi

Clérigo de Manethak, (o deus dos animais, conhecimento e sorte), ficou conhecido na sua tribo e em outras tribos goliaths pela incrível capacidade de negociar. Sua habilidade era tanta que ele era o encarregado de viajar para negociar equipamento com os anões e eventualmente tratar “questões diplomáticas” entre tribos auxiliando o chefe da sua tribo. Incrivelmente apesar de ser tradicional que esse posto fosse variável, sendo escolhido a cada dia um negociador, Aukan era fixo, sempre sendo ele o “diplomata” da tribo.

Graças a essa capacidade recebeu o titulo de Adjudicator (um dos juízes da tribo). Como “Juiz” sempre teve as decisões respeitadas pelo líder sendo muito admirado na tribo.

Em compensação, devido a tantas atribuições e requisições Aukan não era um pai muito presente. Procurou ensinar desde cedo para seu filho Eglath às habilidades de um negociador levando Eglath em suas viagens, contudo ele logo percebeu que seu filho não tinha qualquer vocação para isso. Eglath era grande (mesmo para um goliath), falava pouco, evitava se misturar e para completar era muito feito! Resumidamente Aukan viu que seu filho jamais conseguiria seguir seus passos. Sendo assim ele procurou apoiar ao máximo ao que o seu filho se dedicava: ao combate.

Aukan era sim um bom guerreiro, mas nem de perto tão bom guerreiro quanto era negociador, ao ver seu filho se destacando, resolveu apoia-lo nesse sentido. Aukan bem que queria que seu filho fosse um guerreiro tão valoroso quanto o chefe da tribo (na realidade um bárbaro), mas Eglath tinha um estranho gosto por aço e armas que poucos na tribo tinham: Eglath gostava de armaduras e armas de todos os gêneros! Apesar disso Aukan viu seu filho se tornar um bom guerreiro que ainda não havia sido eleito capitão de patrulha, mas que era em todas as patrulhas muito bem aceito.

A maior alegria de Aukan foi quando viu seu filho se tornar um adulto, ao vencer as provas necessárias, mesmo que da sua maneira, mas venceu e de forma aceita pelos Juízes e pelo Chefe da tribo.

Contudo a vida de Aukan sofreu uma incrível mudança: a descoberta de que uma grande força das terras ao norte, um exercito humano, estava para sair de Amistris para dizimar seu povo – uma nova vez. Sabendo que por mais poderosos que fossem os Goliaths e mesmo que as tribos se unissem, o exercito que chegaria seria grande de mais para que sua raça pudesse resistir. Após um conclave entre os membros das tribos, foi decido que ele partisse para a principal cidade de Amestris (a qual ninguém sabia qual era) e fosse negociar a paz, por mais que houvessem divergencias sobre esse ponto:

Trechos do Conclave:

- “que venham os fracos humanos! Lhe mostraremos por que até mesmo o exercito anão nos respeita!”

- “Esmagaremos os humanos como Gigantes esmagam lobos!”

- “Porém humanos são como ervas daninhas, quanto mais se mata, mas surge”

- “Lutaremos eternamente? Destruímos esse exercito, e eles virão com outro maior. Destruiremos o maior e eles virão com especialistas. Destruiremos os especialistas e eles virão com Anões. Até quanto resistiremos?

Quando por fim Aukan se prontificou a ir às terras humanas para acordar a paz, e mesmo relutantes, os chefes de tribos aceitaram a proposta.

Na manhã seguinte Aukan partiu em sua jornada, porém após cinco dias com a chegada de um grupo de anões e gnomos Eglath havia descoberto que seu pai tinha sido preso por uma patrulha pouco tempo depois da sua partida, e sem saber nada mais alem disso resolveu tomar uma medida drástica: sair em busca do seu pai.



Logo mais: um pouco da história do heroi (que é o que realmente interessa)!